Para todos nós, que ensinamos para aprender e aprendemos para ensinar lições de conduta evangélica, nos grupos de oração, impõe-se um problema que precisamos facear corajosamente — o problema de viver na prática as teorias salvacionistas ou regeneradoras que abraçamos.
Muitas vezes supomos seja isso muito difícil e acreditamos poder assumir duas atitudes distintas: aquela com que comparecemos corretamente perante Deus, através da oração, e aquela outra em que quase sempre pautamos os próprios atos pela invigilância, no trato com os irmãos da Humanidade.
Urge, porém, reconhecer que Deus está em toda parte, e em toda parte é forçoso comportar-nos como quem se sabe na presença Divina. Tanto se encontra o Criador com a criatura na oração quanto na ação.
De que nos valeria apresentar uma fisionomia doce a Deus e um coração amargo aos companheiros do cotidiano, se todos eles são também filhos de Deus quanto nós?
Aprendemos, assim, a viver diante de Deus, atendendo aos nossos deveres para com o próximo, e a viver, diante do próximo, recordando as nossas obrigações perante Deus.
No Livro:- ALMA E CORAÇÃO.
Emmanuel/Chico Xavier.

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