terça-feira, 18 de março de 2025

Acender a própria luz.

Conta-se que um homem desesperado alcançou, um dia, a presença do Cristo e perguntou: Senhor, que fazer para sair do labirinto da Terra? Tudo aqui é sombra, maldade e indiferença, angústia e aflição dominam as criaturas que, a meu ver, se debatem num mar de trevas.

Senhor, onde o caminho que me assegure a libertação?

Jesus afagou o infeliz e respondeu, generosamente:-"Filho, ninguém te impede de acender a própria luz.
                         *   *   *   *   *
A lição do Cristo é simples: o caminho da liberdade é acender a própria luz. No entanto, há mais na lição que precisamos absorver.

Em momento algum sua pergunta demonstra alguma preocupação com o outro. Ou com o porquê de se viver em sombra e a maldade avançar. Ou com o que ele poderia fazer em favor daqueles que se debatem num mar de trevas.

Mas este é o nosso mundo, o mundo que construímos ao longo das eras.

Nada mais justo que sejamos nós mesmos que o resgatemos das trevas, que mudemos os seus panoramas ruins pelo trabalho insistente no bem. Esse será o momento do mundo novo, do planeta de regeneração.

Acender a própria luz é lutar pela melhoria interna, vencer os vícios. Acender a própria luz é dizermos: Eis nossa pequena, mas importante contribuição para clarear o mundo em trevas. Não abandonaremos a luta.
No Livro:- *Sinais de Rumo.*- Emmanuel/ Chico Xavier.
Redação do Momento Espírita.

sábado, 15 de março de 2025

Sabedoria na doação.

Não é raro que, na ânsia de fazer o bem, nos disponhamos a dar coisas, distribuir alimentos.

Não é raro também se ouvir frases de decepção, do tipo: As pessoas nunca estão satisfeitas.

Se ofereço sopa, elas perguntam se não há algo mais, se distribuo roupas, reclamam da cor e do modelo, ou ainda:-Acredita que o andarilho falou que não queria o cobertor?

Assim sendo, desejando fazer o bem, analise o que, especialmente, as pessoas que você pensa auxiliar, necessitam.

Algumas carecem de pão, outras necessitarão agasalho, alguém pedirá que você lhe decifre o alfabeto.

Outro mais desejará dinheiro para se locomover a determinado local, aquele sonha em frequentar bancos escolares.

Pense nisso: o importante não é dar. É dar com sabedoria a cada um aquilo de que carece e anseia.

Dessa forma, o seu benefício alcançará superiores objetivos, suprindo a real necessidade.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.

quarta-feira, 12 de março de 2025

Perdoar e compreender.

*PERDOAR E COMPREENDER.
*
Muita gente perdoa, no entanto, não compreende; e muita gente compreende, todavia, não perdoa.

Perdoar e compreender, porém, são complementos do amor e impositivos do aceitar os nossos companheiros da Humanidade tais quais o são.

Reflitamos nisso, reconhecendo que o entendimento e a tolerância que os outros solicitam de nós são a tolerância e o entendimento de que nós todos necessitamos deles.

É possível que nos haja ferido e igualmente provável tenhamos ferido a outrem. Alguém terá errado contra nós e teremos decerto errado contra alguém.

Pondera isso e compadece-te de todos os ofensores. Nunca te revoltes, nem desanimes. Faze o bem, olvidando o mal.

Desculpemos quaisquer faltas, compreendendo os autores delas, e compreendamos os nossos irmãos em falta, desculpando a todos eles.

Todos somos filhos de Deus e Espíritos eternos, em burilamento incompleto.

O amparo espiritual que doemos agora em favor de alguém será o amparo espiritual de que precisaremos todos da parte de outro alguém.

Quando Jesus nos adverte: " Perdoa setenta vezes sete vezes a teu irmão ", claramente espera que venhamos a compreender outras tantas.

No livro:- *RUMO CERTO*-Emmanuel/Chico Xavier.
Magali Inês Brum.
Colaboradora.

segunda-feira, 10 de março de 2025

Reflexão.


Humildade é uma riqueza que não necessitamos de dinheiro para adquiri-la, não é preciso de cofres para guardá-la e jamais alguém irá roubá-la. 

Que a paz do Senhor esteja sempre contigo. Tenha um ótimo dia abençoado por Deus, um grande e forte abraço e que Deus abençoe sempre.

Jornal Mundo Maior. 

sábado, 8 de março de 2025

Mulheres.


*MULHERES.*
No mundo, existem diversos tipos de mulheres. Existem as que curam com a força do seu amor e as que aliviam dores com a sua compaixão. Foram exemplos Irmã Dulce, na Bahia, e Madre Teresa, na Índia.

Existem mulheres que cantam o que se sente e as que escrevem. Há mulheres glamourosas, como foi Lady Di e mulheres maravilhosas que deixam lições eternas, como Eunice Weaver e Madame Curie.

Existem mulheres que fazem rir, e mulheres talentosas no teatro, nas telas dos cinemas, nos palcos do mundo.

Entre tantos tipos de mulheres existem as que não são conhecidas ou famosas. Mulheres que deixam para trás tudo o que têm, em busca de uma vida nova. Lembramos das nossas nordestinas e sua luta constante contra a adversidade, para que os filhos sobrevivam.

Mulheres que todos os dias se encontram diante de um novo começo, que sofrem diante das injustiças das guerras e das perdas inexplicáveis, como a de um filho amado, pela tola disputa de um pedaço de terra, um território, um comando.

Mães amorosas que, mesmo sem terem pão, dão calor e oferecem os seios secos aos filhos famintos. Mulheres que se submetem a duras regras para viver.

Mulheres que se perguntam, ante a violência de que são vítimas, qual será o seu destino, o seu amanhã.

Mulheres que trazem escritos nos sulcos da face, todos os dias de sua vida, em multiplicadas cicatrizes do tempo.

Todas são mulheres especiais. Todas, mulheres tão bonitas quanto qualquer estrela, porque lutam para fazer do mundo um lugar melhor para se viver.

Entre essas, as que pegam dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar. E quando chegam em casa, encontram um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.

Mulheres que vão de madrugada para a fila a fim de garantir a matrícula do filho na escola.

Mulheres empresárias que administram dezenas de funcionários de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.

Mulheres que voltam do supermercado segurando várias sacolas, depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.

Mulheres que levam e buscam os filhos no colégio, os colocam na cama, contam histórias, dão beijos e apagam a luz.

Mulheres que lecionam em troca de um pequeno salário, que fazem serviço voluntário, que colhem uvas, que operam pacientes, que lavam a roupa, servem a mesa, cozinham o feijão e trabalham atrás de um balcão.

Mulheres que criam filhos, sozinhas, que dão expediente de oito horas e ainda têm disposição para brincar com os pequenos e verificar se fizeram as lições.

Mulheres que arrumam os armários, colocam flores nos vasos, fecham a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantêm a geladeira cheia.

Mulheres que sabem onde está cada coisa, o que cada filho sente e qual o melhor remédio para dor de cotovelo do adolescente.
Podem se chamar Bruna, Carla, Teresa ou Maria. O nome não importa. O que importa é o adjetivo: mulher.
                                                    *   *   *
A tarefa da mulher é sempre a missão do amor. Onde quer que ela esteja, ali se encontrará um raio de luz, uma pétala de flor, um aconchego, um verso, uma canção.
*Redação do Momento Espírita.*                                                                                                                *www.momento.com.br*

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